Patologias Organizacionais.

28/12/2010 at 17:04 Deixe um comentário

Quaisquer empresas, sejam elas iniciantes ou com anos de mercado podem sofrer com algumas “doenças” adminstrativas e/ou coporativas. Esses problemas podem surgir por alguns motivos (que já veremos mais adiante), mas que se acompanhados podem ter solução. Caso contrário essa má formatação pode desmotivar, reduzir o desempenho e até criar uma imagem negativa da empresa tanto para o público interno como para o externo.

Alguns dos problemas encontrados são (lembrando que para cada empresa com suas peculiaridades, sempre haverão diferenças, o que faz da pesquisa interna de clima sempre muito importante):

  • Motivação do Público Interno;
  • Burocracias exageradas para o cumprimento de tarefas;
  • Controle sem delegação (falta ou excesso de autoritarismo);
  • Hierarquismo vertical exagerado;
  • Ruídos na comunicação e transmição das informações pertinentes aos colaboradores;
  • Inadequação de funções, cargos e atividades (por ex.: pessoas em cargos errados cumprindo tarefas que não tem a ver com seu perfil ou formação);
  • Empirismo e complacência administrativas;
  • Organização excessiva ou falta dela;
  • Estruturas da organização obsoletas;
  • Falta ou excesso de diretrizes ou metas;
  • Detenção de tempo em superficialidades ou falta de objetividade para o cumprimento de tarefas.

O que isso causa?

  • Redução de desempenho;
  • Erroes grosseiros;
  • Falta de compromentimento;
  • Abalo da imagem interna e externa da empresa;
  • Queda de qualidade de serviços e produtos, entre outros.

Como prevenir?

  • Transmição correta das informações;
  • Direcionamento das informações;
  • Participação dos colaboradores em ideias e informações pertinentes. Todos devem fazer parte como um todo acerca da empresa.

E se previnir já não basta? Quais as soluções?

(Como comentando anteriormente cada empresa tem suas peculiaridades e cada gestão é ou tem um risco. Então as soluções sempre serão variáveis para cada uma)

  • Reavaliação das normas internas;
  • Elaboração de normas que devem ser abertas para cada atividade;
  • Flexibilização da estrutura hierarquica;
  • Abertura de informações pertinentes a todos, afim de aumentar a participação de todos;
  • Espaço para delegação de tarefas e de participação com ideias e opiniões;

Assim, no meu ponto de vista, cada empresa com suas patologias, que devem ser acompanhadas de um profissional que está de fora dela, que possa interagir e corrigir os mínimos erros. Uma empresa não precisa ter uma gestão de risco, mas sim uma gestão participativa, onde o público interno se adapta e adapta a empresa para um ambinete agradável e não um ambiente de obrigatoriedade.

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Nem tudo é o que parece ser. Retrospecto e perspectivas

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