Archive for dezembro, 2010
Patologias Organizacionais.
Quaisquer empresas, sejam elas iniciantes ou com anos de mercado podem sofrer com algumas “doenças” adminstrativas e/ou coporativas. Esses problemas podem surgir por alguns motivos (que já veremos mais adiante), mas que se acompanhados podem ter solução. Caso contrário essa má formatação pode desmotivar, reduzir o desempenho e até criar uma imagem negativa da empresa tanto para o público interno como para o externo.
Alguns dos problemas encontrados são (lembrando que para cada empresa com suas peculiaridades, sempre haverão diferenças, o que faz da pesquisa interna de clima sempre muito importante):
- Motivação do Público Interno;
- Burocracias exageradas para o cumprimento de tarefas;
- Controle sem delegação (falta ou excesso de autoritarismo);
- Hierarquismo vertical exagerado;
- Ruídos na comunicação e transmição das informações pertinentes aos colaboradores;
- Inadequação de funções, cargos e atividades (por ex.: pessoas em cargos errados cumprindo tarefas que não tem a ver com seu perfil ou formação);
- Empirismo e complacência administrativas;
- Organização excessiva ou falta dela;
- Estruturas da organização obsoletas;
- Falta ou excesso de diretrizes ou metas;
- Detenção de tempo em superficialidades ou falta de objetividade para o cumprimento de tarefas.
O que isso causa?
- Redução de desempenho;
- Erroes grosseiros;
- Falta de compromentimento;
- Abalo da imagem interna e externa da empresa;
- Queda de qualidade de serviços e produtos, entre outros.
Como prevenir?
- Transmição correta das informações;
- Direcionamento das informações;
- Participação dos colaboradores em ideias e informações pertinentes. Todos devem fazer parte como um todo acerca da empresa.
E se previnir já não basta? Quais as soluções?
(Como comentando anteriormente cada empresa tem suas peculiaridades e cada gestão é ou tem um risco. Então as soluções sempre serão variáveis para cada uma)
- Reavaliação das normas internas;
- Elaboração de normas que devem ser abertas para cada atividade;
- Flexibilização da estrutura hierarquica;
- Abertura de informações pertinentes a todos, afim de aumentar a participação de todos;
- Espaço para delegação de tarefas e de participação com ideias e opiniões;
Assim, no meu ponto de vista, cada empresa com suas patologias, que devem ser acompanhadas de um profissional que está de fora dela, que possa interagir e corrigir os mínimos erros. Uma empresa não precisa ter uma gestão de risco, mas sim uma gestão participativa, onde o público interno se adapta e adapta a empresa para um ambinete agradável e não um ambiente de obrigatoriedade.
Nem tudo é o que parece ser.
As vezes nos dedicamos, as vezes nem tanto. Mas sempre vale a pena, mesmo que isso fique somente para nós. Então estude mesmo assim.
(fonte: http://willtirando.com.br)

